10 ex-atrizes pornôs revelam a verdade brutal por trás das cenas

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Fonte: https://fightthenewdrug.org/

Muitas pessoas em nossa sociedade, saturada de pornografia, pensam que isso é inofensivo, que é só uma forma de entretenimento pessoal.

Elas acreditam frequentemente na ideia de que os artistas realmente são os deuses e deusas insaciáveis retratados assim nos vídeos. Independentemente de toda a pesquisa avassaladora e incontáveis relatos pessoais expondo a realidade sombria da indústria pornô, muitos ainda acreditam na fantasia que a indústria pornô trabalha diariamente para difundir.

O pensamento da maioria é parecido ao desse cara que nos mandou uma mensagem no Facebook:

24/04, 13:25 pm: “Vocês são muito burros. Vão procurar uma ocupação que inclua mais que cuidar do seu próprio negócio rsrsrs. Pornô não machuca ninguém. Ninguém é estuprado ou prejudicado de outra forma na gravação de pornografia e as pessoas fazem isso porque gostam de fazê-lo. Vá pro inferno.”

“Pornografia não machuca ninguém.” “Eles fazem isso porque gostam.”

Essas são percepções populares quando se trata de pornografia, no entanto, a percepção nem sempre é realidade. O fato é que a indústria pornô está cheia de violência, drogas, coerção, doença e exploração. E enquanto os artistas pornôs ativos raramente, talvez nunca, falem por medo de estarem na lista negra da indústria ou serem discriminados, a maioria desses mesmos artistas inevitavelmente acabam contando sobre suas experiências reais quando deixam a indústria. Essas histórias pessoais nunca são bonitas.

Para acabar com a fachada “glamourosa” e “sexy” que tantas pessoas em nossa sociedade recebem da indústria pornô, reunimos histórias de dez ex-atrizes e suas reflexões sobre seu tempo de trabalho na indústria adulta. Essas histórias são de uma organização agora inativa que atuou com ex-artistas por muito tempo.

*DISCRIÇÃO ACONSELHÁVEL AO LEITOR: Fizemos o possível para encontrar citações que não eram muito explícitas enquanto preservamos a natureza extrema das histórias. Independentemente disso, muitos podem achar que as seguintes histórias são gráficas, perturbadoras e/ou cheias de gatilhos. *

1- Alex

“Um filme em particular teve a cena mais brutal, deprimente e assustadora que eu já fiz. Tentei bloqueá-lo da minha memória devido ao grave abuso que recebi durante as filmagens. O cara tinha um um ódio natural contra as mulheres, no sentido de que ele sempre foi conhecido por ser mais brutal do que ninguém. Concordei em fazer a cena, pensando que seria com menos espancamento, mas recebi socos na cabeça. Se você percebesse, [ele] tinha usado seu anel de ouro maciço o tempo todo e continuou a me socar com ele. Eu realmente parei a cena enquanto estava sendo filmada porque eu estava com muita dor.”

* Nota da FTND: Em nossa pesquisa, descobrimos que a obscenidade do filme que Alex está falando fez com que o distribuidor abandonasse a cobertura de quaisquer outros lançamentos do estúdio de cinema. Um crítico de um site de revisão pornô popular escreveu que o filme era “um dos filmes pornográficos mais moralmente repugnantes que já vi” e “é o tipo de filme que o governo citaria ao tentar prender pornógrafos e proibir a pornografia.”

2- Alexa

“Como a maioria dos artistas pornôs, eu vivi esta mentira. Uma das minhas respostas favoritas quando perguntavam se eu gostava de fazer uma cena em particular era: “Eu só faço o que eu gosto! Eu não faria isso se eu não gostasse! (Eu dizia isso com um grande sorriso falso e uma risadinha.) Que mentira total! Fiz o que tinha que fazer para conseguir “trabalho” na pornografia. Fiz o que sabia que me ajudaria a ganhar “fama” na indústria.”

* Nota da FTND: Vanessa Belmond (nome real) se abriu sobre os malefícios da indústria pornô e tem sido destaque em várias fontes de notícias.

3- Jessi

“Foi a coisa mais degradante, embaraçosa e horrível de todas. Tive que gravar um DVD interativo, que levava horas e horas de filmagens, com febre de 40 graus! Eu estava chorando e queria ir embora, mas meu agente não me deixou, ele disse que não podia me deixar ir. Eu também fiz uma cena onde eu fui colocada com um famoso ator masculino que estava fora da minha lista. Eu queria agradá-los, então eu fiz a cena. Ele pisou na minha cabeça […] Eu surtei e comecei a gritar; eles pararam de filmar e me enviaram para casa com o pagamento reduzido por terem conseguido algumas gravações, mas não toda a cena.”

4- Andi

“Depois de um ano ou mais da chamada “vida glamourosa”, infelizmente descobri que drogas e bebidas faziam parte do estilo de vida. Comecei a beber e ir a festas sem regras – cocaína, álcool e ecstasy eram meus favoritos. Em pouco tempo, me transformei na pessoa que não queria ser. Depois de gravar tantas cenas hardcore, eu não podia mais fazer isso. Eu só me lembro de estar em situações horríveis e experimentar depressão extrema e estar sozinha e triste.”

* Nota da FTND: Andi deixou a indústria pornô em 2010 e se juntou a uma organização que é um grupo de ex-artistas pornográficos que falam sobre os malefícios da pornografia. No entanto, em 2014, Andi anunciou em sua página no Twitter que estava voltando à pornografia.

5- Regan

“Eu tenho o **** arrebentado … A maioria das garotas começam a chorar porque estão sofrendo muito… Eu não conseguia respirar. Eu estava sendo golpeada e sufocada. Eu estava muito chateada e eles não paravam. Eles continuavam filmando. Eu lhes pedia para desligar a câmera e eles continuavam.”

6- Anita

“Eu fui atriz 14 anos na indústria de filmes adultos em muitos países, estados … por todo o lado. Trabalhei para a maioria dessas empresas, e eu estava por perto do surto de hiv positivo em 1998. Sim, eu estava, e pude ver aqueles artistas que ninguém conhecia — que ninguém afirmava que tinha HIV, que não faziam parte das estatísticas — que saíam pela porta como não-artistas, para não serem contados entre os resultados positivos. Sim, havia muitos encobrimentos acontecendo. Havia muita tragédia. Havia um monte de coisas horríveis.”

7- Jan

“Claro que menti para meus fãs. Eu os levei a acreditar que eu vivia uma vida de fantasia longe da verdade. Eu me alimentei com suas fantasias. Eu disse que queria sexo 24 horas por dia, 7 dias por semana e fiz parecer que eu amava o que eu fazia e estava vivendo essa vida feliz. Dei-lhes esperança e visão sobre seus relacionamentos, dizendo-lhes o que fazer. Eu comecei a me sentir como nada importante, já que eles conheciam Elizabeth (a estrela pornô), mas nunca se importariam em conhecer Jan (eu verdadeira).

Eu tinha que fazer o que o produtor quisesse e tinha que aceitar, ou então nenhum pagamento. Às vezes você chegava no show e o produtor mudava o que a cena deveria ser para algo mais intenso e, novamente se você não gostasse, achasse ruim, você tinha que fazer mesmo assim ou não recebia.”

* Nota da FTND: Jan Villarubia (nome real) eventualmente deixou a indústria pornô e trabalhou com uma organização que ajudava a reabilitar ex-artistas, e agora trabalha independentemente em livros e recursos documentais para espalhar a consciência sobre os malefícios da indústria pornô e auxiliar outros artistas pornôs a saírem do negócio.

8- Jessie

“As pessoas na indústria pornô estão entorpecidas em relação à vida real e são como zumbis andando por aí. O abuso que acontece nesta indústria é completamente ridículo. A forma como essas jovens são tratadas é totalmente doente e de lavagem cerebral. Saí devido ao trauma que experimentei, mesmo estando lá há pouco tempo. Eu saía com muitas pessoas da indústria adulta, todos, desde garotas contratadas até atrizes gonzo. Todo mundo tem os mesmos problemas. Todos se drogam. É um estilo de vida vazio tentando ser preenchido. Eu me tornei terrivelmente viciada em heroína e crack. Tive overdose pelo menos três vezes, tentei me cortar, fui espancada até quase morrer.…”

9- Jenna

“Foi tortura por sete anos. Eu estava infeliz, eu estava sozinha, eu eventualmente me dirigi para drogas e álcool e tentei suicídio. Eu sabia que queria sair, mas não sabia como sair.”

* Nota da FTND: Brittni Ruiz (nome real) eventualmente saiu e agora usa sua história para espalhar a consciência sobre os malefícios da indústria pornô.

10- Genevieve

“O abuso e a degradação foram difíceis. Eu suava e estava com dores profundas. Além da experiência horrível, meu corpo inteiro doía, e eu estava irritada o dia todo. O diretor realmente não se importava como eu me sentia; ele só queria terminar o vídeo.”

Os malefícios para os artistas, relacionamentos e sociedade

Os malefícios da pornografia não afetam somente aos que estão na frente da câmera ou àqueles que a produzem. Há um corpo crescente de pesquisas que mostram como os consumidores, as relações humanas e a sociedade são todos prejudicados pela pornografia. Isso não é um argumento moral, é simplesmente algo a considerar, dados os fatos. Clique aqui para ler mais sobre os efeitos nocivos comprovados da pornografia, e tome uma decisão por si mesmo.

Pense antes de consumir, não alimente uma indústria que tem feito tanto mal a essas e inúmeras outras pessoas por todo o mundo.

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